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Saiba quem é ‘Coronel’, chefe do TCP suspeito de mandar matar jovem que disse não ao traficante

BRCOM by BRCOM
agosto 21, 2025
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A emoção na despedida de Sther, no Cemitério de Ricardo de Albuquerque — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo

O traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, é apontado pela Polícia Civil como mandante do assassinato de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos. Ele seria o chefe da comunidade da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, e integrante da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Com vasta ficha criminal, esta não é a primeira vez que ele aparece como mandante.

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A jovem foi brutalmente assassinada após se recusar a deixar um baile funk na comunidade da Coreia acompanhada do traficante. Segundo a família, Sther não tinha qualquer envolvimento com o crime organizado.

Ela foi espancada e abandonada na porta de casa, na Vila Aliança. Chegou a ser levada ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste, mas já estava morta quando deu entrada na unidade.

A emoção na despedida de Sther, no Cemitério de Ricardo de Albuquerque — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo

Segundo a polícia, Bruno da Silva Loureiro acumula uma extensa ficha criminal, com pelo menos 12 mandados de prisão nos últimos cinco anos, por crimes como tráfico de drogas, roubo, homicídio, porte ilegal de armas de uso restrito, receptação, roubo de veículos e lesão corporal.

Investigadores afirmam que, foragido, ele se escondia no Complexo da Maré, mas voltou a circular em áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro, como Vila Aliança e Coreia, onde costumava frequentar bailes. Atualmente, o território é controlado por Rafael Alves, o Peixe, também ligado ao TCP.

Apontado como figura violenta e de forte influência na facção, Coronel é descrito como alguém que usa a força para impor medo à comunidade.

O primeiro mandado de prisão preventiva contra Coronel foi expedido em 2019. Na ocasião, o Ministério Público denunciou ele e outros dois homens — Samuel de Oliveira Gomes e Tauan Luiz dos Santos Ramos — apontados como integrantes do TCP, que domina a comunidade do Muquiço, em Honório Gurgel, Zona Norte do Rio. Eles foram acusados de homicídio duplamente qualificado, associação para o tráfico de drogas e corrupção de menores.

O último mandado de prisão preventiva contra Bruno foi em junho de 2024, também por homicídio e organização criminosa. O MP-RJ denunciou Coronel e Luciano Matheus Silva Batista, o Esquerdinha, pela participação em uma chacina ocorrida em março de 2021, no Parque de Madureira, Zona Norte.

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De acordo com a denúncia, os dois, junto de um terceiro homem ainda não identificado, efetuaram disparos de arma de fogo contra cinco pessoas durante uma partida de futebol.

As investigações apontam que os disparos mataram Juan José Telles de Souza, o Aleijado, Roni Carvalho Otoni, o Rozy, e Ygor Ney de Oliveira, o Nenzoca. Outras duas pessoas — Yago Santos Silva e Emerson Lima de Souza — sobreviveram após atendimento médico. O ataque teria sido motivado por disputa com o Comando Vermelho (CV).

Não é a primeira vez que Coronel é acusado de atuar como mandante de homicídios. Em maio de 2019, ele foi denunciado pelo Ministério Público por envolvimento na morte de Wanderson Rodrigo Bezerra Mariano. Segundo a acusação, Coronel teria ordenado que Lucas Maciel Ferreira, o Tabaquinha, efetuasse disparos contra a vítima, que morreu no local.

O crime ocorreu na Rua Cabrália, em Marechal Hermes, na Zona Norte. As investigações apontam que Coronel, então chefe do tráfico no Muquiço, deu a ordem e prestou auxílio para a execução.

O ataque teria sido motivado pelo cumprimento da chamada “lei do tráfico” e para reafirmar o poder do TCP na região. O juiz responsável decretou a prisão preventiva.

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