A cantora Giulia Be revelou que a lista de convidados para o casamento com Conor Kennedy terá tanto o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva quanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A artista brasileira é noiva do filho de Robert Kennedy Jr., secretário de Saúde e Serviços Humanos dos EUA.
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— Você começa a fazer uma lista, faz uma lista de mil pessoas e pensa: ‘Será que eu quero essas mil pessoas no meu casamento?’ Então, agora estou no processo de cortar a lista e está sendo legal também, meio que repensar e fazer um casamento que tenha a nossa cara no final do dia. Então, se tem Trump, vai ter Lula também — disse a cantora ao Uol.
A cerimônia de casamento, que estava marcada para novembro, foi adiada para junho de 2026 devido ao lançamento de um novo álbum da cantora, que apoiou Lula na eleição de 2022.
Como mostrou o GLOBO, conhecedores da história da política externa brasileira e do elo bicentenário entre Brasil e Estados Unidos afirmam, sem titubear, que o momento atual é o mais crítico de uma relação bilateral que acumula crises.
Na terça-feira, Karoline Leavitt, porta-voz da Casa Branca, disse que Trump “não tem medo de usar o poder econômico e militar para proteger a liberdade de expressão em todo o mundo”. A declaração ocorreu após uma pergunta de um jornalista especificamente sobre o julgamento em curso contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Supremo Tribunal Federal (STF).
— Não tenho hoje nenhuma ação adicional (sanções ou elevação de tarifas) para antecipar a vocês, mas posso afirmar que essa é uma prioridade para o governo (assegurar a liberdade de expressão), e o presidente (Trump) não tem medo de usar o poder econômico e militar dos Estados Unidos da América para proteger a liberdade de expressão em todo o mundo — afirmou Karoline.
Durante coletiva de imprensa, Leavitt ressaltou que Trump não considera novas medidas tarifárias ao Brasil. Segundo a representante da Casa Branca, novas sanções não estão sendo estudadas.
— A liberdade de expressão é, possivelmente, a questão mais importante do nosso tempo. Ele (Trump) leva esse tema muito a sério, razão pela qual adotamos ações significativas em relação ao Brasil, tanto na forma de sanções quanto no uso de tarifas, para garantir que cidadãos ao redor do mundo não sejam tratados dessa maneira. Ao mesmo tempo, enquanto o presidente utiliza o peso dos Estados Unidos para proteger nossos interesses no exterior, ele também assegura que a liberdade de expressão permaneça aqui nos Estados Unidos da América — disse Karoline a um repórter, que questionou se os EUA estariam analisando novas sanções ou aumentos em tarifas diante do julgamento de Bolsonaro.