Bryan Seaver, sobrinho de Dolly Parton e ex-chefe de segurança da cantora, pediu mais dez dias para a audiência de seu processo judicial no Tennessee, nos Estados Unidos. Segundo a Associated Press (AP), o pedido foi apresentado na sexta-feira (2), enquanto Seaver tenta encontrar um advogado para defendê-lo. A audiência está marcada para 9 de outubro.
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Fontes ouvidas pelo TMZ afirmam que Seaver tem enfrentado dificuldades para contratar representação jurídica porque os advogados consultados possuem vínculos anteriores com o Pinnacle Bank, instituição envolvida no processo. O suposto conflito de interesses, segundo as fontes, tem impedido a contratação.
Disputa envolve ordem de restrição
O caso começou após Danny Nozell, empresário de longa data de Parton, solicitar uma ordem de restrição contra Seaver em nome da empresa She’s Alive, responsável pelo espólio da cantora. Nos documentos, Nozell acusa o sobrinho de fazer ameaças de violência e sabotagem relacionadas aos negócios de Parton.
Seaver nega que suas mensagens tenham sido ameaças e afirma que foram retiradas de contexto. Em declaração ao TMZ, ele disse que as conversas ocorreram durante um período de luto e envolviam uma relação que, segundo ele, havia se deteriorado com Nozell.
A empresa de segurança de Seaver também é citada no processo. Ele afirma, em uma petição obtida pela AP, que os envolvidos não têm conhecimento jurídico suficiente para conduzir o caso sem um advogado e, por isso, precisam de mais tempo.
Seaver foi escolhido pela própria Parton para anunciar publicamente sua morte, em agosto. Sobrinho da cantora, ele afirmou ter trabalhado na segurança dela por décadas e ter acompanhado parte de sua trajetória desde a infância.
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