O próximo presidente do STF, Edson Fachin, disse nesta semana que o “Supremo Tribunal Federal não é o árbitro exclusivo do jogo democrático” e que “a vitalidade democrática brasileira exige que todos os atores — Executivo, Legislativo, partidos, imprensa e sociedade civil — atuem com contenção e dentro das regras do jogo”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.