Com o crescente volume de recursos pagos fora do limite de remuneração ao topo do funcionalismo público — só em 2025 foram R$ 24,3 bilhões —, Sérgio Guedes-Reis, pesquisador da Universidade da Califórnia em San Diego e auditor de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU), defende reenquadrar todos os servidores no teto, em novas faixas remuneratórias. É caminho para frear o aprofundamento da desigualdade social no país, liberando recursos para políticas públicas como a que prevê a universalização dos serviços de saneamento básico. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

