Durou pouco a fantasia autoritária do pequeno grupo que quis impor uma mudança estrutural no idioma. “Pouco” é modo de dizer. Durou o suficiente para causar treta, virar piada e demarcar a diferença entre os defensores da língua como organismo vivo, que evolui natural e incessantemente, e os que se acham no direito de moldar, segundo seu viés ideológico, o que é patrimônio de mais de 200 milhões de falantes. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

