Modelo se pronunciou nas redes sociais após rumores de compra de posto na Acadêmicos de Niterói e respondeu críticas, destacando apoio dos fãs e respeito à história da primeira rainha trans no Carnaval carioca A atriz e modelo Thalita Zampirolli se manifestou nas redes sociais para negar que tenha pago R$ 300 mil pelo posto de rainha de bateria da Acadêmicos de Niterói, no Rio de Janeiro. “Fiquei em choque quando li. Nunca falei sobre dinheiro nem sobre compra de cargo. Isso não partiu de mim”, afirmou.
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Atualmente, Thalita ocupa o posto de rainha da Camisa Verde e Branco, em São Paulo, e da bateria da Chegou o Que Faltava, no Espírito Santo. Ela contou que, após a repercussão, recebeu uma enxurrada de mensagens — tanto de apoio quanto de críticas. Parte dos ataques veio após a publicação afirmar que ela seria a primeira mulher trans a ocupar o posto de rainha de bateria no Grupo Especial do Rio, o que gerou questionamentos.
“Em nenhum momento falei sobre ser a primeira. Eu sei, e todo mundo sabe, que a pioneira foi a maravilhosa Eloína dos Leopardos, que abriu portas para todas nós. Jamais tentei apagar essa história”, ressaltou.
Thalita ainda fez um apelo para que o público tome cuidado com informações que circulam na web: “Infelizmente, nem tudo que sai na internet é verdade. Isso foi uma mentira absurda.”
Ao final do desabafo, ela revelou que, em breve, irá anunciar sua participação no carnaval do Rio. “Só posso dizer que meu coração está azul e branco. Logo vocês vão saber”, concluiu, em referência às cores da Acadêmicos de Niterói, sem, no entanto, confirmar oficialmente o desfile pela escola.
