BRcom - Agregador de Notícias
No Result
View All Result
No Result
View All Result
BRcom - Agregador de Notícias
No Result
View All Result

Um dos baixistas mais requisitados do país, Alberto Continentino assume protagonismo em seu terceiro disco solo; ouça

BRCOM by BRCOM
junho 23, 2025
in News
0
Alberto Continentino: ' — Foto: Maria Cau Levy / Divulgação

Tocou com Deus e o mundo: o termo que se ouve por aí se aplica a uma seleta prateleira de músicos, dentre eles Alberto Continentino, 47 anos, que, à exceção celestial do jargão, tocou com todo mundo mesmo. Agora, Continentino lança seu terceiro disco solo, um respiro particular entre os tantos shows e gravações para os quais vive emprestando seu contrabaixo — em “Cabeça a mil e o corpo lento”, já disponível nas plataformas digitais, é ele quem assume o protagonismo.

  • Imóvel possui 12 quatros e um campo de golfe: Após perder casa nos incêndios da Califórnia, Paris Hilton compra mansão de R$ 347 milhões de Mark Wahlberg
  • Entenda: Ataque dos EUA a bases nucleares do Irã foi imaginado em ‘Top Gun: Maverick’

Durante anos, Continentino tem sido o motorzinho de bandas lideradas por nomes como Adriana Calcanhotto, Ed Motta e Caetano Veloso, pra citar alguns entre vários astros da música brasileira. E não é de hoje que o baixista vem se calejando no ofício da canção: já teve músicas gravadas por Ney Matogrosso, Roberta Sá e Gal Costa, além da própria Calcanhotto. Após um álbum de estreia, “Ao som dos planetas”, de 2015, e de “Ultraleve”, projeto instrumental feito a cinco mãos com Bernardo Bosisio (guitarra), Arthur Dutra (vibrafone), Stéphane San Juan (percussão) e Renato Massa (bateria), de 2018, se viu na necessidade de reafirmar sua verve compositora com este novo trabalho que começou a ser pensado ainda na pandemia, em 2020.

—O disco começou no estúdio da Rocinante, lá em Araras (serra do Rio), com o Pepê Monnerat (engenheiro de som). Eu estava morando em Teresópolis, em quarentena. Enquanto isso, os amigos mandavam pedacinhos de música pra fazer parceria. O Pepê abriu o estúdio, que estava parado, e fomos pra lá, o (baterista) Thomas Harris, o (guitarrista) Guilherme Lirio e eu. Gravamos a primeira parte do disco —diz Continentino. — Mas também gravei coisas em casa: os synths, todos os tecladinhos, o (piano) Fender Rhodes. Escrevi os arranjos de sopros e mandei pra galera. Ficou aquele naipe que faz parecer que os caras estão juntinhos na mesma sala… mas cada um gravou na sua casa.

Também foram gravadas sessões em São Paulo, no estúdio Buena Familia, de Duda Lima, com as colaborações do baterista Vitor Cabral e do guitarrista Guilherme Monteiro. Uma das faixas, “Uma verdade bem contada”, foi gravada no Estúdio Marini, de Kassin, com Caio Oica na bateria, Danilo Andrade no Rhodes e nos synths, além do próprio Kassin na guitarra.

Conteúdo:

Toggle
  • ‘Sempre fui aprendiz’
  • Ouça ‘Cabeça a mil e o corpo lento’
      • Um dos baixistas mais requisitados do país, Alberto Continentino assume protagonismo em seu terceiro disco solo; ouça

‘Sempre fui aprendiz’

Lançado na semana passada pelo selo Risco, “Cabeça a mil e o corpo lento” é, nas palavras do músico, o trabalho que melhor lhe representa até agora. Rico em texturas groovadas de jazz, com camadas originais de pop, funky e lounge cheios de experimentações, é fruto também da influência de bons companheiros que Continentino teve ao longo de 30 anos de estrada.

Alberto Continentino: ‘ — Foto: Maria Cau Levy / Divulgação

— Sempre fui muito aprendiz. Isso me ajudou a absorver muita cultura. E eu tive o privilégio de viajar com pessoas como o Domenico Lancellotti, Kassin, Moreno Veloso, com quem comecei a sair um pouco do meu berço jazzístico. Eles me instigaram a compor canção, porque eles tinham uma coisa de compor entre eles. E acabou virando uma coisa pra mim muito maior do que o lado de compositor instrumental — afirma.

É um disco repleto de parcerias costuradas remotamente, e de muitas vozes femininas. Gabriela Riley (“Go get your fix”) gravou dos Estados Unidos, Nina Miranda (“Uma verdade bem contada”) de Londres, Dora Morelenbaum (“Coral”)e a Nina Becker (“Vieux souveniers”) de Santa Teresa. Há, ainda, Leticia Pedroza cantando em “Milky way”, Ana Frango Elétrico em “Manjar de luz” , e Silvia Machete, outra grande parceira de Continentino, na faixa “False idol”.

— Foi um disco feito aos poucos, com muita gente querida, que eu admiro e que entende o meu som — resume o músico.

Alberto Continentino vem de uma linhagem de músicos respeitados — desde a avó, Salomea Gandelman, renomada pianista erudita e professora da UniRio que ocupa uma das cadeiras da Academia Brasileira de Música. O pai e a mãe, Mauro Continentino e Marisa Gandelman, também são pianistas. O tio é o saxofonista Leo Gandelman. Os irmãos, também alocados naquela prateleira do “tocou com Deus e o mundo”, são o pianista Kiko Continentino e o saxofonista Jorge Continentino. Daí se entende por que Alberto começou precocemente. Aos 18 anos, já participava do disco “Nascimento”, de Milton Nascimento, vencedor de um Grammy de 1997.

— Eu cresci ouvindo muito João Donato, Mutantes. Mas também Bill Evans, muito Chet Baker, muito Miles Davis, Dizzy Gillespie, bebop, Charlie Parker — conta o baixista, que fez sua “faculdade”, brinca, morando com amigos músicos em Belo Horizonte, onde passou parte da juventude. — A gente nem comia direito, só tocava o dia inteiro.

Com o novo disco, ele já tem shows marcados no Manouche, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio, no dia 7 de agosto, e em setembro, no dia 5, no porão da Casa de Francisca, em São Paulo.

Ouça ‘Cabeça a mil e o corpo lento’

Um dos baixistas mais requisitados do país, Alberto Continentino assume protagonismo em seu terceiro disco solo; ouça

Previous Post

Governo quer regulamentar balões depois de dois acidentes que somaram nove mortes em seis dias

Next Post

Conheça ilha privada de Johnny Depp nas Bahamas, com seis praias particulares

Next Post
Adquirida em 2004 por aproximadamente US$ 3,6 milhões, a Pond Cay de Little Hall é uma ilha de 45 acres (cerca de 182 mil m²) localizada no arquipélago de Exumas — Foto: Reprodução

Conheça ilha privada de Johnny Depp nas Bahamas, com seis praias particulares

  • #55 (sem título)
  • New Links
  • newlinks

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.

No Result
View All Result
  • #55 (sem título)
  • New Links
  • newlinks

© 2026 JNews - Premium WordPress news & magazine theme by Jegtheme.