Em toda palestra sobre como é esse negócio de escrever crônica, tem sempre uma moça que se levanta lá do meio da plateia e faz a pergunta fundamental, aquela que não quer calar, como dizia um dos mestres desse parangolé exótico, o cronista Artur Xexéo. Ei-la: Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

