Mudar de país com um animal de estimação exige mais planejamento do que simplesmente comprar uma passagem. Antes do embarque, é necessário conhecer as normas do local de chegada, reunir a documentação, acostumar o pet à caixa de transporte e verificar as condições impostas pela companhia aérea.
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As determinações mudam conforme o lugar escolhido. Em algumas regiões, inclusive, animais que chegam do exterior ainda podem ser submetidos a períodos de quarentena. Por isso, os preparativos devem começar com antecedência.
Veja o que precisa para sair do pais com seu pet
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Em deslocamentos de longa duração, o pet precisa viajar em uma caixa adequada ao seu porte, segura e confortável. O tipo de estrutura — rígida ou com laterais flexíveis — também pode ser definido pela empresa responsável pelo voo.
No Brasil, cães e gatos que deixam o país precisam do Certificado Veterinário Internacional (CVI), emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), por meio do Vigiagro. O documento atesta as condições de saúde do bicho e o cumprimento dos requisitos sanitários estabelecidos pelo local de chegada.
Como essas condições não são padronizadas, o tutor deve consultar previamente o que é solicitado para a entrada de cães e gatos, incluindo vacinação, exames, tratamentos e outros documentos. Em alguns casos, os procedimentos precisam ser iniciados com meses de antecedência.
Gato no avião
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A imunização contra a raiva está entre os principais requisitos para deixar o território brasileiro. O pet também deve ser examinado por um veterinário, responsável por confirmar que ele está saudável e apto a viajar. O período de validade do atestado varia de acordo com as determinações do local para onde o animal será levad
Há ainda o Passaporte para Trânsito de Cães e Gatos que pode ser utilizado no lugar do CVI nos países que reconhecem o documento por meio de acordos com o Brasil. É necessário confirmar previamente se essa alternativa é aceita no destino escolhido.
Como proteger o animal durante o voo
Cães e gatos de focinho achatado, como bulldog, pug e persa, requerem cuidados adicionais. De acordo com a entidade, as vias respiratórias mais estreitas podem dificultar a respiração em razão do ar rarefeito. Para esses animais, outras opções de transporte devem ser avaliadas. Se o deslocamento aéreo for inevitável, eles não devem ser acomodados no compartimento de carga.
Gato no avião
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A orientação é suspender a alimentação entre quatro e seis horas antes da decolagem e deixar pequenas quantidades de água disponíveis na caixa. As unhas também devem ser aparadas para reduzir o risco de ficarem presas durante o transporte.

