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Em Paraty, portas abertas para os mais novos

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julho 30, 2025
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Denise Guilherme, Denilson Baniwa e Patty Wolff, da Casa A Taba: a partir de amanhã e até sábado — Foto: Divulgação

Um espaço para falar de crianças e adolescentes o dia inteiro, em todos os dias de Flip, do outro lado do rio, em frente ao Centro Histórico. Essa é a proposta da Casa A Taba Literatura para Crianças e Jovens, estreante na festa com uma programação que começa amanhã, às 10h, e vai até sábado, às 18h30, na Avenida Nossa Senhora dos Remédios, 83, bem ali no Pontal.

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Estão previstas rodas de leitura e discussões sobre temas que vão da formação de leitores de diversas faixas etárias, inclusive a primeiríssima infância, de zero a 3 anos (amanhã, às 17h, com a pesquisadora Cássia V. Bittens e o ilustrador Rodrigo Andrade), à importância de pensar abordagens dos livros para a pluralidade das juventudes do Brasil. Sobre esse tema, inclusive, a casa recebe, na sexta-feira, às 10h, o artista visual e ativista indígena Denilson Baniwa, a escritora e artista visual Patty Wolff e a documentarista Gabriela Romeu, com mediação da educadora e escritora Cristiane Tavares — que é, ao lado de Elizabeth Cardoso e Denise Guilherme, curadora da programação da Taba.

—A literatura infantil aparece em outras casas, mas é numa mesa, com um autor, nunca num lugar inteiramente dedicado a ela — diz Denise. —É como se esse assunto só interessasse ao educador.

Denise Guilherme, Denilson Baniwa e Patty Wolff, da Casa A Taba: a partir de amanhã e até sábado — Foto: Divulgação

Denise fundou a Taba, empresa de curadoria de livros e formação de leitores, há 13 anos e idealizou o espaço em Paraty a partir de experiências como mediadora na Flip do ano passado. Conseguiu, então, parceria com a livraria Movimento Literário e as editoras Amelì, Baião, Barbante, Boitatá, Caixote, Companhia das Letrinhas, Moderna, Salamandra Oh! e Veneta para montar o espaço, que também vai receber lançamentos de livros no sábado. Na agenda estão “Contos para os nossos filhos”, de Elizabeth Cardoso (Baião), às 15h; “Uma história comprida”, de Daisy Carias e Ameli, com Daniel Justi (Barbante e Amelí), às 16h; e “A primeira coisa que existiu”, de Bruna Beber e Fabrício Corsaletti (Baião), às 17h.

— A literatura brasileira para crianças e jovens é premiada no mundo. Já tivemos autores do Brasil como melhores na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha — lembra Denise.

O evento anual na Itália é um dos mais importantes do segmento e, em 2024, o brasileiro Renato Moriconi foi premiado como autor do melhor livro na categoria “bebês” com “Dia de lua” (Jujuba Editora). Em 2014, por exemplo, o Brasil e Ziraldo foram os homenageados da feira.

—Temos produção reconhecida, mas vista como algo menor. Ela tem a mesma qualidade que a dos adultos. A casa quer promover a construção da centralidade e relevância dessa literatura como um todo. Costumo dizer que um bom livro para criança é bom para qualquer idade — diz Denise.

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