Aos 13 anos, o príncipe George entrou em uma nova fase de sua educação. Filho mais velho de William e Kate Middleton e segundo na linha de sucessão ao trono britânico, ele começou a estudar no Eton College, tradicional internato inglês que também fez parte da trajetória de seu pai e de seu tio, Harry. A mudança altera a rotina do adolescente, que passa a viver boa parte da semana longe da família.
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Em setembro, George chegou à escola acompanhado dos pais para a cerimônia que marcou seu ingresso. De terno e gravata, ele passou a integrar o regime de internato em tempo integral, permanecendo no colégio durante a semana e retornando para casa nos fins de semana e feriados.
A nova rotina também trouxe uma mudança nas regras estabelecidas por William e Kate. Até então, George e os irmãos, Charlotte e Louis, não tinham smartphones. A necessidade de comunicação dentro do colégio, no entanto, levou os pais a flexibilizarem a restrição. O aparelho passa a fazer parte da adaptação do adolescente à vida no internato e do contato com a família.
A babá com treinamento especializado
Antes de chegar ao Eton, George cresceu sob uma rotina cuidadosamente organizada. Desde 2014, William e Kate contam com Maria Teresa Turrion Borrallo para acompanhar os filhos. Espanhola, ela é formada pelo Norland College, instituição britânica conhecida pela preparação de profissionais especializados em cuidados infantis.
A formação inclui conhecimentos que vão além das funções tradicionais de uma babá, como primeiros socorros, direção em situações de emergência e procedimentos de segurança. No dia a dia dos filhos do casal, Maria Teresa acompanha atividades escolares, alimentação, higiene e outros compromissos.
Ela também é responsável por manter o contato das crianças com o espanhol. O idioma faz parte da rotina de George, Charlotte e Louis desde pequenos, uma forma de ampliar a familiaridade dos três com uma segunda língua.
A educação do príncipe George: das regras da babá ao internato de elite
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Regras para além da sala de aula
A organização da infância dos príncipes também envolve aspectos mais cotidianos. Entre as tarefas de Maria Teresa estão acompanhar a alimentação das crianças e verificar se roupas e sapatos continuam adequados conforme elas crescem.
A rotina estruturada acompanha os três desde os primeiros anos e inclui horários, compromissos escolares e atividades supervisionadas. Para George, a preparação ganha uma dimensão particular por sua posição na linha de sucessão e pelas funções públicas que deverá assumir no futuro.
A tradição familiar no Eton
A escolha do Eton College mantém uma tradição dentro da família. William e Harry estudaram na instituição, que tem entre seus ex-alunos nomes importantes da política, das artes e da vida pública britânica.
Para William, o período no colégio coincidiu com acontecimentos importantes de sua adolescência, como a separação dos pais e, posteriormente, a morte da princesa Diana. Agora, George passa a ocupar os mesmos espaços frequentados pelo pai e pelo tio.
Príncipe George, aos 13 anos: as regras de sua criação e a nova vida em internato
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Fundado em 1440, o Eton é um dos internatos mais tradicionais do Reino Unido. A instituição combina ensino acadêmico e vida residencial, com os alunos vivendo no campus durante o período letivo.
Para George, a entrada representa uma mudança em relação aos anos anteriores. Em vez de retornar diariamente para casa depois das aulas, ele passa a dividir seu tempo entre o ambiente escolar e o alojamento, com visitas à família nos períodos determinados pelo calendário.
A educação do príncipe George: as regras da babá e a nova vida em um internato de elite
