A equipe que trabalha no restauro do Ateliê do Museu Antônio Parreiras, no Ingá, em Niterói, teve uma surpresa e tanto: ao recuperar a cor original das paredes, apareceram afrescos que ninguém sabia que existiam. “Ainda não temos dimensão do achado” disse a museóloga e diretora do museu, Fátima Henriques, que acompanha de perto a reforma que vem sendo feita pela EMOP RJ na casa
As margaridas surgiram numa área de 1m x 1m entre o primeiro e o segundo andar da casa de 1894, tombada pelo Iphan, e onde viveu o pintor Antônio Parreiras (1860–1937). A ideia agora é deixar esse achado aparente protegido por vidro ou acrílico.
Nascido em Niterói, Parreiras se inspirou na pintura de paisagens naturais. Algumas delas ainda estão na casa que foi do artista.
Administrado pela Funarj, o atelier erá aberto ao público em 2026.

