A trajetória do gasto com o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que garante um salário mínimo a brasileiros com mais de 65 anos ou com deficiência e baixa renda, ressalta a urgência de reformular os programas sociais. Entre 2016 e 2025, o BPC foi a despesa com maior aumento médio real entre os gastos não financeiros do governo. Pelos cálculos otimistas da equipe econômica, custará R$ 153,3 bilhões aos cofres públicos em 2027, alta de 7,2% na comparação com 2026. Computando o reajuste recente do Bolsa Família, os dois principais benefícios assistenciais consumirão mais de 10% das despesas primárias da União no ano que vem. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Alta no custo do BPC exige revisão de critérios
