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As razões para conferir ‘A melhor irmã’, com Jessica Biel e Elizabeth Banks (no Prime Video)

BRCOM by BRCOM
junho 8, 2025
in News
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Jessica Biel — Foto: Divulgação

Jessica Biel parece ter achado seu lugar no mundo dos thrillers. Depois de brilhar em “The sinner” (na Netflix) e de impressionar em “Candy” (na Disney+), ela volta no Prime Video em “A melhor irmã”, agora dividindo o protagonismo com Elizabeth Banks. São oito episódios de quase uma hora cada, baseados no best-seller de Alafair Burke. O resultado é uma produção que não decepciona, mas também não surpreende.

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O título tem uma implicação lógica: se uma é a “melhor” irmã, a outra seria a pior. E é justamente essa dinâmica que move a trama. A cada episódio, vamos tentando descobrir quem é a merecedora do adjetivo. A história das duas é complicada. Chloe (Jessica Biel) casou com Adam (Corey Stoll), ex-marido de Nicky (Elizabeth Banks), e passou a criar Ethan (Maxwell Acee Donovan), filho deles (e seu sobrinho biológico), como se fosse seu. Tudo funcionava dentro de um acordo heterodoxo dos três. Até Adam aparecer morto a facadas. A partir daí, a dinâmica desanda. As irmãs, que mal se falavam, se veem obrigadas a se reaproximar quando Ethan vira o principal suspeito do assassinato. Nicky, que luta contra o alcoolismo, volta do ostracismo. Chloe, editora-chefe de uma revista de sucesso, vê seu mundo perfeito desmoronar.

Jessica Biel — Foto: Divulgação

A série tem méritos. Jessica Biel está à vontade, convincente, dominando totalmente sua personagem. Elizabeth Banks, conhecida pela comédia, se sai bem como a irmã problemática, mostrando facetas que não esperávamos ver. A direção de Craig Gillespie mantém o tom controlado, sem exageros.

Mas “A melhor irmã” sofre do mal que atinge muitas adaptações de livros populares: quer abraçar o mundo. Há reviravoltas demais, segredos demais, personagens demais. Em alguns momentos, parece que estamos assistindo a três séries diferentes — uma sobre trauma familiar, outra sobre investigação criminal e ainda uma terceira sobre dinâmicas de classe social. Os pontos altos ficam nos momentos mais intimistas, quando as irmãs se enfrentam, quando o passado vem à tona, quando descobrimos que nada era como parecia. É longe das armações mais intrincadas do roteiro que a narrativa funciona melhor.

A investigação policial, conduzida pela dupla Kim Dickens e Bobby Naderi, serve mais como pano de fundo do que como elemento central. E faz sentido: o verdadeiro mistério aqui não é quem matou Adam, mas como duas irmãs conseguem se machucar tanto e ainda assim precisar uma da outra.

A produção não reinventa a roda, mas entrega o que promete: um drama bem construído, com atuações sólidas e reviravoltas suficientes para manter o interesse. É entretenimento competente e um daqueles programas que funcionam melhor numa maratona de fim de semana do que assistidos pausadamente.

Para quem gosta do gênero e das protagonistas, vale a viagem.


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