O Ministério Público do Trabalho (MPT) tem mantido um trabalho intenso em resposta às denúncias de assédio eleitoral, situação em que empregadores ou chefes pressionam o subordinado a votar em determinado candidato. Em 2022, o pico ocorreu em outubro, mês da eleição — 2.641 denúncias naquele mês, do recorde de 3.373 registrado ao longo de todo o ano. Neste ano, as 785 denúncias de janeiro a setembro já representavam alta de 823% em relação ao mesmo período de 2022 — 551 apenas em setembro. Até o primeiro turno, no último domingo, o total chegou a 991 e, apenas na última semana, alcançou 1.197. Houve crescimento de 52% em poucos dias, e é esperado que o assédio se intensifique no período que antecede o segundo turno. Isso exige ação determinada não apenas do MPT, mas de todas as autoridades. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Assédio eleitoral deve ser combatido com o maior rigor
