O Acordo de Paris prevê emissões líquidas zero até 2050. A AXIA Energia, porém, decidiu antecipar esse futuro. A companhia reafirma seu compromisso público de neutralizar suas emissões até 2030, alinhada à Science Based Targets initiative (SBTi) e ao Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU).
Em 2025, a empresa acelerou essa meta, com entregas concretas que transformam a transição energética em prática cotidiana. É um avanço que coloca a companhia entre as protagonistas da descarbonização no país, reforçando a urgência de um modelo energético mais limpo, eficiente e alinhado às recomendações científicas.
Um marco emblemático foi o alcance da geração 100% renovável, resultado direto do ciclo de desinvestimentos em todas as usinas termelétricas do portfólio. Entre 2024 e 2025, a AXIA Energia concluiu a venda de 12 térmicas a gás, de um projeto para implantação de planta termoelétrica em Manaus e das unidades de Santa Cruz (RJ) e Candiota (RS) — esta última, o derradeiro ativo a carvão da companhia. O movimento posiciona a empresa como maior geradora de energia renovável do Hemisfério Sul.
Hoje, a AXIA Energia responde por 17% da capacidade de geração elétrica do país e 37% das linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN), com 81 usinas em operação: 47 hidrelétricas, 33 eólicas e uma solar. São ativos estrategicamente distribuídos e capazes de oferecer segurança energética para o Brasil em um momento de forte expansão da eletrificação no transporte, na indústria e nos centros urbanos.
— Os desinvestimentos em usinas térmicas são consequência da estratégia de negócios da AXIA Energia e permitem que a companhia gere energia totalmente 100% renovável, reforçando o seu papel de impulsionadora na transição energética — afirma Camila Gualda, vice-presidente executiva de Governança, Riscos, Compliance e Sustentabilidade.
Com o portfólio renovável consolidado, a AXIA Energia amplia seu impacto climático. Desde 2021, já emitiu 26 milhões de certificados de energia renovável (Recfy), sendo 8 milhões apenas até setembro deste ano. A companhia investe ainda em reflorestamento, integra iniciativas como o Impacto Amazônia, firmou acordos internacionais para impulsionar a produção de hidrogênio verde e acompanha todas as ações por meio de um Comitê de Sustentabilidade dedicado.
Esses avanços ocorrem em um cenário em que o Brasil desponta como protagonista global da transição energética: 86,1% da potência instalada no país é proveniente de fontes renováveis, de acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), enquanto a média mundial é de 29,5%, também segundo a EPE. Ao reforçar a matriz nacional, a companhia contribui para que a transformação ocorra de forma justa, eficiente e economicamente sustentável.
— Somos, cada vez mais, uma empresa voltada para o cliente. Primamos por conduzir um negócio responsável e que coexista harmonicamente com a natureza — diz Camila Gualda.
A mudança de marca em outubro — de Eletrobras para AXIA Energia — marcou essa nova fase da companhia, mais ágil, tecnológica e orientada pela inovação climática. O novo nome representa a evolução de três anos de modernização da empresa, em um setor que vive uma verdadeira revolução regulatória, digital e de consumo.
Entre as iniciativas que traduzem essa atuação, a parceria com o Flamengo é um símbolo de como a empresa tem se aproximado da transição energética no dia a dia das pessoas. A AXIA Energia neutralizará toda a energia elétrica consumida pela sede social do clube, na Gávea, na Zona Sul do Rio de Janeiro, entre 2024 e junho de 2025.
Serão 5.502 MWh de energia compensada, o suficiente para abastecer 3.667 casas no mesmo período. A sede consumiu 3.730 MWh em 2024, o mesmo que 189 toneladas de CO2, o equivalente a 1.090 viagens de carro entre Rio e São Paulo.
— A parceria com o Flamengo é um marco importante para chamar atenção à promoção da transição energética no esporte brasileiro. A descarbonização é uma das ferramentas mais eficazes para mitigar os impactos ambientais — afirma Camila Gualda.
Com metas ambiciosas, portfólio totalmente renovável e projetos que conectam inovação, esporte, tecnologia e impacto ambiental, a AXIA Energia mostra que a transição energética não é promessa para daqui a décadas. É um compromisso em execução, e que avança, passo a passo, para entregar em 2030 o futuro que o mundo espera apenas para 2050.

