Gim, vermute tinto e Campari, com uma rodela de laranja: é essa a receita original de um dos drinques mais populares nos balcões mundo afora. Criado em 1919, em Florença, na Itália, o negroni se tornou um dos maiores clássicos da coquetelaria mundial e, durante a Negroni Week, celebração global ao coquetel amarguinho, ele ganha protagonismo nos bares. Este ano, a 13ª edição do evento internacional terá uma edição estendida no Brasil, que começa nesta segunda (15) e vai até o dia 22 de setembro, em sete capitais (Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte e Florianópolis), convidando bartenders a criarem releituras do drinque.
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No Rio, mais de 30 bares e restaurantes participam da ação com a promoção de double drink: quem pedir dois negronis, do clássico a versões da casa, ganha brindes como chaveiros, copinhos, crda para telefone e ecobags.
Para celebrar, o P’Alma, gastrobar no terraço da Casa Horto, terá uma festa na quarta-feira (17), a partir das 19h, com pocket show de Nic + Vini, que passeiam pelo pop de Alicia Keys a Bruno Mars, passando por Coldplay, Amy Winehouse, Spice Girls e Backstreet Boys (couvert artístico de R$ 30). Para acompanhar, a mixologista Jessica Sanchez prepara quatro versões do icônico coquetel.
Veja abaixo onde provar releituras interessantes do negroni (e ainda ganhar mimos) em sete endereços cariocas.
- Jurubeba. No bar do chef Elia Schramm, o olhar noturno (R$ 33) mistura Campari infusionado em jabuticaba e cachaça infusionada em jabuticaba com vermute rosso. Rua Real Grandeza 196, Botafogo.
- Liz Cocktail & Co. Durante todo o mês de setembro, ficam em cartaz duas criações do mixologista Tai Barbin: nori (R$ 49), combinação surpreendente de Campari, Cynar, Amaro Averna, vermute rosso, limão-siciliano, alga nori e orange bitters, trazendo a delicadeza salgada do mar à complexidade do amargor do negroni; e oolong (R$ 51), de Campari, blended whisky, vermute bianco, pêssego e oolong soda, com operfume do chá oriental. Quem pedir um dos drinques ainda pode levar para casa pôsteres colecionáveis (5 artes disponíveis). Rua Dias Ferreira 679-A, Leblon.
- P’Alma (Casa Horto): Além do clássico (R$ 46), a mixologista Jessica Sanchez prepara mais três versões, disponíveis de terça (16) até o dia 22: efervescência (R$ 46), que combina Campari, gim, vermute de jabuticaba e soda de acerola; lucidez (R$ 48), que leva Campari, gim, alcachofra, abacaxi e iogurte clarificado; e coffee negroni (R$ 46), feito com Campari, vermute tinto e gim infusionado em café, acompanhado de chocolate com avelã e laranja. Rua Pacheco Leão 696, Jardim Botânico.
- Pope. O gastrobar italiano oferece a versão clássica (R$ 38) e o parvulus negroni (R$ 44), criação autoral que leva Campari, Cynar infusionado com funghi, bitter de cardamomo, gim Bulldog, vermute Bottega Cinzano 1757 e bitter Peychaud, acompanhado de uma lâmina de cogumelo desidratado. Rua Joana Angélica 47, Ipanema.
- Quartinho. O negroni clássico (R$ 34) ganha a companhia do dorothy (R$ 34), feito com Campari, gim, limão, xarope de cerveja IPA e uvas roxas. Rua Arnaldo Quintela 124, Botafogo.
- RaizNutéla. O bar com dupla personalidade na Tijuca também criou dois coquetéis distintos: o raiz (R$ 27) leva Campari, infusão de Cynar com cachaça e especiarias e gim Bulldog e o nutela (R$ 29) combina Campari, gim Bulldog, Cinzano infusionado com vinho tinto e cumaru, acompanhado por torradinha com geleia de abacaxi e cumaru. Rua Dona Zulmira 130, Maracanã.
- Rocco. O uruguaio Walter Garin oferece, além do clássico (R$ 50), o autoral lady negroni, com Campari, vermute de frutas vermelhas feito na casa, espumante brut e ar de gim (espécie de espuma) infusionado com morango (R$ 50). Rua Aníbal de Mendonça 112, Ipanema.
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