Amelia Cate Prosser lembra-se de como, em 2024, os medicamentos da classe GLP-1 pareciam estar em toda parte: guardados nas geladeiras dos pais de suas amigas, exaltados no tapete vermelho e dominando as conversas no refeitório de sua escola particular só para meninas, em Melbourne, na Austrália. Mas foi nas redes sociais que o burburinho era — e continua sendo — mais intenso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

