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Caso Alvinho expôs descaso com crianças superdotadas no Brasil

No último domingo, o menino Adriano Álvaro Melo, o Alvinho, e sua mãe Priscila deixaram enfim o abrigo municipal em que moravam desde junho no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio, e seguiram para Cabo Frio, onde ele concluirá o ano letivo. Descoberto na Favela da Maré aos 7 anos, Alvinho ficou conhecido […]


No último domingo, o menino Adriano Álvaro Melo, o Alvinho, e sua mãe Priscila deixaram enfim o abrigo municipal em que moravam desde junho no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio, e seguiram para Cabo Frio, onde ele concluirá o ano letivo. Descoberto na Favela da Maré aos 7 anos, Alvinho ficou conhecido pelas altas habilidades cognitivas. Exibiu talentos como enxadrista, participou de turma de robótica na UFRJ, lançou livro, deu palestras e, depois de fazer um curso on-line de programação da Universidade Harvard, desenvolveu o jogo “Super Alvinho”. Apesar de tudo isso, passou o aniversário de 10 anos, em abril, no abrigo com a mãe, diagnosticada no ano passado com tuberculose resistente e sem condição de sustentar o filho. Depois de reportagem do GLOBO em agosto, formou-se uma rede de solidariedade que os retirou da penúria e permitiu que o menino voltasse à escola. O caso, porém, ainda serve alerta sobre o descaso com que o Brasil trata crianças com altas habilidades ou superdotação (AH/SD). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Caso Alvinho expôs descaso com crianças superdotadas no Brasil

Autor

BRCOM