As novas tarifas de 12,5% impostas por Donald Trump à China podem irritar Pequim sem provocar uma retaliação, mesmo com o presidente dos Estados Unidos reconstruindo uma barreira protecionista depois que a Suprema Corte derrubou suas taxas iniciais.
As tarifas, anunciadas pelo governo Trump na quinta-feira, estão em linha com os níveis propostos no mês passado para 60 parceiros comerciais, sob a justificativa de que os esforços para combater o trabalho forçado seriam insuficientes.
A mudança mais recente significa que a China enfrentará uma tarifa efetiva de 22,2% nos Estados Unidos, 1,4 ponto percentual acima do patamar do regime anterior, segundo a Bloomberg Economics. A instituição estima que a carga tarifária da China em relação a outros parceiros comerciais subirá ligeiramente, ficando 11,5 pontos percentuais acima da média global.
China é país mais taxado, mas deve ignorar novas tarifas de Trump antes da viagem de Xi aos EUA
