No interior de um galpão fedendo a madeira molhada, um pai reúne os quatro filhos para um ritual sangrento de iniciação. Um por um tem que dar fim à vida de uma galinha com o mesmo canivete, em seguida consagrar o ato beijando o anel do patriarca. Com mais ou menos facilidade (e crueldade), três executam a tarefa, menos um, que desmaia de nervosismo e nojo. Quando acorda, passa horas sentado no chão de terra, com a galinha sobrevivente ao seu lado, até que um peão se aproxima, descumprindo a ordem do padrão. Dá água ao menino, controla seu medo e lhe diz uma frase que vai ressoar por toda sua vida: “Só tem que matar galinha quem não é dono do galinheiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Crítica: Dan trata das formações do mal
