O técnico da França Didier Deschamps disse em coletiva que “Não há o que se aprender” nas duas derrotas para a Espanha em torneios de seleções que também ocorreram na fase de semifinal, assim como o jogo desta terça-feira, pela Copa do Mundo. De acordo com o treinador, foram outros contextos que não devem ser considerados e, por isso, não seria uma “revanche”.
— Não há o que se aprender, é um fato com os jogadores que estavam lá (derrotas na Euro 2024 e na Liga das Nações de 2025). É uma questão de força. Vocês conhecem as qualidades da Espanha. Eles querem a bola e a posse de bola. O adversário tem dificuldades para mantê-la. Nós também queremos a bola e somos capazes de criar problemas. Não há revanche. Eles venceram essas duas partidas, parabéns para eles. Mas amanhã (terça-feira) é uma história diferente. Com uma vaga na final em jogo — disse o treinador na coletiva na véspera do confronto, que ocorre em Dallas, às 16h.
Deschamps também jogou o peso para a rival Espanha, ao dizer que é a favorita para vencer o duelo desta terça-feira, às 16h, em Dallas, nos Estados Unidos. O comandante francês, no entanto, deixou claro que pretende “evitar erros bobos” contra os espanhóis e que espera realizar um grande duelo.
— Posso confirmar que são os favoritos. Com o que têm feito… Tirando o primeiro jogo contra Cabo Verde, a Espanha confirmou o seu favoritismo. Não quero pressionar o Luís e a sua equipa, mas… As pessoas esperam muito da Espanha. Eles atacam e defendem muito bem. Só sofreram um golo em seis jogos. Pode ser um jogo espetacular, mas o Luís e eu também queremos defender bem. Com a qualidade ofensiva que têm, o jogo será espetacular — disse Deschamps.
Quem vencer vai encarar a seleção que passar entre Inglaterra e Argentina, que será na quarta-feira.
O treinador também deu uma notícia positiva aos franceses: o retorno de Tchouaméni. O meia foi poupado dos últimos dos jogos por conta de uma lesão muscular na coxa. Mas agora está 100%, segundo o treinador.
— Em relação ao Aurélien, no último jogo, o risco era muito alto. Hoje ele está melhor. Não podemos dizer que está 100% recuperado. O último jogo dele foi há duas semanas, não é um fator decisivo. Hoje, ele está disponível — disse.

