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Diálogos de Moraes com Vorcaro vão impulsionar candidatura de Flávio

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março 9, 2026
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O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Montagem de fotos de Brenno Carvalho e Cristiano Mariz/Agência O Globo

Nesta edição da newsletter, comento ainda como a polarização calcificada explica o empate técnico entre Lula e Flávio no segundo turno na pesquisa Datafolha, o que o governo prepara para impulsionar a economia e o deserto que o advogado-geral da União, Jorge Messias, enfrenta para chegar ao STF. Clique aqui para se inscrever nas newsletters do GLOBO. Boa leitura.

  1. Caso Xandão vai impulsionar candidatura de Flávio
  2. É a calcificação, estúpido!
  3. Dinheiro de helicóptero
  4. Medo e delírio
  5. Messias na chuva
  6. Enfim, a paz
  7. O impasse de Galípolo
  8. Falando com as paredes
  9. O novo ministro
  10. Lobo subiu no telhado
  11. A incerteza mineira
  12. Fique atento

Conteúdo:

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  • 1. Caso Xandão vai impulsionar candidatura Flávio
  • 2. É a calcificação, estúpido!
  • 3. Dinheiro de helicóptero
  • 7. O impasse de Galípolo
  • 8. Falando com as paredes
  • 10. Lobo subiu no telhado
      • Diálogos de Moraes com Vorcaro vão impulsionar candidatura de Flávio

1. Caso Xandão vai impulsionar candidatura Flávio

A citação do ministro do STF Alexandre de Moraes no escândalo do Banco Master vai, ao menos no curto prazo, impulsionar a candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro. Relator do julgamento que condenou Jair Bolsonaro por golpe de Estado, Moraes sobreviveu a um plano para assassiná-lo e à maior agressão comercial dos EUA ao Brasil na História, mas hoje está fragilizado por suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. Fraude financeira de R$ 52 bilhões, o escândalo que começou como Caso Master e evoluiu para Caso Toffoli, com as suspeitas de que o ministro do STF estava bloqueando as investigações, agora virou Caso Xandão.

A informação da colunista Malu Gaspar, de O GLOBO, de que Alexandre de Moraes trocou várias mensagens com Vorcaro desde a manhã do dia da sua primeira prisão, em 17 de novembro, e as explicações pouco convincentes do STF para justificar o episódio empurram a instituição para o epicentro da crise. O corporativismo da Corte só piora as coisas.

De uma tacada só, Flávio Bolsonaro ganhou de presente duas narrativas para basear a sua campanha presidencial: (a) seu pai foi condenado por um juiz com relações com um banqueiro corrupto; (b) o STF age acima da lei e precisa ser depurado pelos impeachments de alguns ministros.

É fato que há dezenas de bolsonaristas tão ou mais enrolados com Vorcaro do que Moraes, como por exemplo o senador Ciro Nogueira, os governadores Claudio Castro e Ibaneis Rocha e o presidente do União Brasil, Antonio Rueda. Mas o cumprimento rigoroso e impiedoso da lei no julgamento de Jair Bolsonaro e dos demais golpistas fazem de Alexandre de Moraes o personagem maior dessa crise.

Vorcaro foi preso pela segunda vez na quarta-feira (4), depois que as investigações da Polícia Federal mostraram que ele comandava uma gangue para intimidar e agredir desafetos , entre eles o colunista de O GLOBO Lauro Jardim. Na sexta-feira, ele foi transferido para um presídio em Brasília. Um de seus comparsas, Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, teria se suicidado logo depois de ser preso na sede da PF em Belo Horizonte. A morte está sendo investigada.

De acordo com as apurações de Malu Gaspar, as conversas extraídas do celular de Vorcaro sugerem que o banqueiro informava Moraes de cada passo das negociações para vender o Master ao grupo Fictor, operação que o Banco Central comprovou ser fraudulenta. Em algumas mensagens, o banqueiro indica que sabia de um inquérito sigiloso contra ele na Justiça Federal de Brasília.

Na manhã de 17 de novembro, segundo a apuração, Vorcaro por duas vezes pergunta a Moraes se havia novidade e questiona: “Conseguiu bloquear?”. Horas depois, a assessoria do banco anunciou a falsa oferta de compra do Master pela Fictor. Vorcaro foi preso na noite daquele dia quando tentava embarcar para Malta.

Em nota divulgada pela assessoria do Supremo, o gabinete de Moraes negou que o ministro fosse o destinatário das mensagens de Vorcaro. Com base nos arquivos cedidos à CPMI do INSS, a assessoria afirmou que os prints dos textos enviados por Vorcaro “estão vinculados a pastas de outras pessoas de sua lista de contatos e não constam como direcionados” a Moraes.

Diferentemente do material enviado à CPMI do INSS, o material a que O GLOBO teve acesso não é fruto de comparação entre os horários dos textos que constam em blocos de notas de Vorcaro e as mensagens enviadas por ele, embora coincidam, e sim resultado da extração realizada por um software específico que exibe conjuntamente as mensagens e os arquivos enviados, revertendo, na prática, a visualização única da mensagem.

No material exibido pelo GLOBO, constam no envio das mensagens o número e o nome do ministro Alexandre de Moraes, que foi conferido e checado pelo jornal. Para proteger informações pessoais do ministro, o número de Moraes usado à época dos diálogos com Vorcaro foi coberto nos prints publicados nas edições impressa e digital da reportagem. O número utilizado por Moraes não só respondeu quatro vezes às mensagens de Vorcaro com imagens de visualização única, como respondeu com emojis de aprovação à primeira e à última mensagem enviada.

Em dezembro, Malu Gaspar havia noticiado que o escritório de advocacia Barci de Moraes, onde trabalham a mulher e dois filhos de Alexandre de Moraes, havia sido contratado pelo Master em janeiro de 2024. O contrato tem um fee mensal de R$ 3,6 milhões e duração de três anos.

Ao episódio Moraes se somam as transações imobiliárias de Dias Toffoli e seus familiares com Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e também preso pela Polícia Federal. Depois de chamar para si a condução do inquérito do Master com pretextos frágeis, Dias Toffoli tentou atrasar as investigações e só deixou o caso quando se descobriu que era sócio do resort Tayayá, no Paraná, vendido a Zettel. No domingo, os repórteres Luiz Vassallo, Pedro Augusto Figueiredo e Cristiane Barbieri, do Estadão, mostraram que, em 2016, o resort Tayayá conseguiu R$ 20 milhões de empréstimo do Bradesco e renegociou a dívida sem multas e com juros abaixo dos praticados no mercado.

Juízes fazem péssimos heróis. Relator do inquérito do Mensalão, Joaquim Barbosa ensaiou ser candidato a presidente em 2018, mas sem o trabalho de pedir votos. Queria ser consagrado sem precisar fazer campanha. Juiz da Lava-Jato, Sergio Moro mexeu o andamento do processo para prejudicar o PT e ajudar Jair Bolsonaro a ser eleito em 2018. Virou ministro da Justiça com a promessa de ser nomeado ao STF e deixou o governo acusando Jair Bolsonaro de interferir nas investigações sobre corrupção de Flávio Bolsonaro. Hoje ele pede o apoio do mesmo Flávio para ser candidato a governador do Paraná.

O STF foi fundamental para impedir que Bolsonaro prejudicasse a vacinação contra Covid e, depois de derrotado, jogasse o país numa nova ditadura militar. Por isso mesmo, o padrão de transparência de seus ministros deveria ser maior do que os demonstrados por Alexandre e Dias Toffoli no caso Master.

O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro — Foto: Montagem de fotos de Brenno Carvalho e Cristiano Mariz/Agência O Globo

2. É a calcificação, estúpido!

A recente pesquisa Datafolha mostra que a polarização entre Lula e os Bolsonaros é a única certeza de um cenário incerto. Desde que foi escolhido como candidato pelo pai, Jair Bolsonaro, Flávio se consolidou no segundo lugar no primeiro turno, empatou nas simulações de segundo turno com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tem chances reais de vencer em outubro. É provável que, assim como em 2022, o resultado da próxima eleição será no fotochart.

O crescimento vertiginoso de Flávio nas pesquisas só surpreende quem não compreendeu o fenômeno Jair Bolsonaro e como ele consolidou em torno de si o núcleo do antipetismo. Tivesse Jair escolhido a mulher Michelle ou o governador Tarcísio de Freitas, o resultado seria o mesmo.

Como o cientista político Felipe Nunes e eu mostramos no livro “Biografia do Abismo”, desde 2018 o Brasil vive uma polarização calcificada, em que dois grandes grupos se alimentam não mais de uma divergência política, mas de uma disputa de valores. Essas duas bolhas, o lulismo e o antilulismo, consideram que a vitória do outro é uma ameaça ao seu estilo de vida, suas crenças e até a sua existência. É um cenário de intolerância que muitos gostariam de superar, mas a realidade só muda quando a maioria quer. Os fatos são teimosos.

A calcificação entre Lula e o antilula se comprova nas várias simulações de segundo turno mostrando disputas renhidas. Na simulação de segundo turno do Datafolha, Lula tem 46% e Flávio 43%. Em dezembro, Lula liderava com 47% e Flávio marcava 42%.

No cenário mais provável de primeiro turno, o Datafolha mostrou:

  • Lula 38%
  • Flávio 32%
  • Ratinho 7%
  • Zema 4%
  • Renan Santos 3%
  • Aldo Rebelo 2%
  • Nenhum 11%
  • Não sabe 3%

A simulação não pode ser comparada com a pesquisa do início de dezembro, quando o Datafolha incluía na lista o governador de Goiás, Ronaldo Caiado e Jair Bolsonaro não havia ainda decidido pelo filho mais velho. Naquele momento, Lula marcava 41%, Flávio 18% e Ratinho 12%.

A dicotomia entre Lula e os Bolsonaros indica que, desde o começo, a campanha de 2026 será num clima de segundo turno. Num cenário desses, onde desde o início 80% dos votos já estão garantidos para um dos dois lados, a vitória pode ser definida por fatos conjunturais, como os desdobramentos do escândalo do caso Master, a repercussão do fim da escala de trabalho 6×1 ou a reação a uma intervenção eleitoral de Donald Trump.

A consolidação de Flávio como a opção majoritária dos antilulistas torna muito difícil o futuro de alternativas como Ratinho Junior e Romeu Zema. É difícil ser Botafogo quando todos os olhos estão atentos ao Fla-Flu.

Mesmo com os erros evidentes do governo Lula no carnaval e no zigue-zague do aumento de imposto sobre celulares, o Datafolha mostrou uma oscilação dentro da margem de erro na aprovação do governo: 49% dos brasileiros reprovam o governo Lula (eram 48%) em dezembro, enquanto 47% aprovam (eram 49%).

Pesquisas no primeiro trimestre são geralmente ruins para os incumbentes, devido ao mau humor do eleitor com os vários gastos extras com IPTU, IPVA e material escolar. Por isso, é cedo para descartar os possíveis efeitos pró-Lula da isenção do imposto de renda até R$ 5 mil, assim como o impulso que a campanha de Flávio vai ganhar com o envolvimento de ministros do STF no escândalo do Master. Para o eleitor médio, o STF é Lula, e Lula é o STF.

3. Dinheiro de helicóptero

Duas coisas que o governo Lula deve fazer para dar tração à economia antes da eleição: pagar o 13º salário dos servidores públicos federais em junho e antecipar a quitação de cerca de R$ 60 bilhões de precatórios.

Os primeiros vazamentos das conversas de Daniel Vorcaro multiplicaram a paranoia no Congresso: existe uma quase certeza entre os líderes dos partidos que, com Alexandre de Moraes e Dias Toffoli sob pressão, o STF irá se defender atacando, e que o alvo será o Congresso.

Em conversas privadas de 2024, Vorcaro qualifica o senador Ciro Nogueira como “um dos meus grandes amigos de vida” por ter apresentado emenda para elevar a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para até R$ 1 milhão por depositante. Se aprovada, a emenda permitiria ao Master multiplicar as fraudes, hoje calculadas em R$ 52 bilhões. Em setembro de 2025, quando o Banco Central segurava a autorização da compra do Master pelo BRB, o deputado Dr. Luizinho apresentou projeto para acabar com a autonomia do BC e permitir à Câmara afastar seus diretores.

Cautelosos, os líderes da Câmara decidiram só ter sessões virtuais nesta semana. No fim de semana, corria o rumor de operações policiais envolvendo políticos nos inquéritos sobre corrupção na distribuição de emendas parlamentares, o que os deputados consideravam a forma mais fácil de o STF tirar de si o foco das denúncias

O advogado-geral da União, Jorge Messias — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
O advogado-geral da União, Jorge Messias — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

109 dias depois de ter sido indicado para o Supremo Tribunal Federal pelo presidente Lula, o advogado-geral da União, Jorge Messias, ainda não tem perspectiva de ser sabatinado no Senado. Rejeitado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Messias repete o roteiro de seu amigo, o ministro do STF André Mendonça, que esperou 142 dias para que marcassem a votação do seu nome no plenário.

Messias, no entanto, tem um agravante: suas chances diminuem a cada passo das investigações da Polícia Federal sobre os negócios do Banco Master no Amapá , o estado de Alcolumbre. Na investigação, a PF apontou que os gestores do fundo de Previdência do Amapá ignoraram alertas internos e pressionaram para aprovação e execução de investimentos de R$ 400 milhões em Letras Financeiras emitidas pelo Banco Master. O fundo é controlado por apadrinhados de Alcolumbre.

O governo Lula terá uma novidade em abril, quando Miriam Belchior assumirá a Casa Civil e Dario Durigan será o novo ministro da Fazenda: ao contrário de hoje, os donos das pastas mais importantes do governo vão se falar.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo — Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

7. O impasse de Galípolo

É uma questão de tempo para os efeitos da guerra no Irã chegarem à economia. Com tráfego comercial pelo Estreito de Ormuz praticamente interrompido e a escolha do novo aiatolá no Irã, o preço do barril de petróleo ultrapassou a barreira dos US$ 100 no domingo à noite. Ao jornal britânico Financial Times, o ministro de Energia do Qatar, Saad al-Kaabi, previu que o barril chegará a US$ 150 se a guerra se alastrar para além do Irã, como parece ser o caso.

Para além do efeito na geopolítica, haverá mais inflação. A Petrobras tem condições de segurar os preços da gasolina por alguns meses, mas a pressão sobre diesel e fertilizantes já é um fato da vida, assim como a previsível valorização do dólar ante o real.

Ao longo da primeira semana de guerra, o mercado financeiro reduziu a precificação do início do ciclo de corte de juros de 0,5 ponto percentual para 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária do dia 18. A aposta traz uma armadilha para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Dragado para o tsunami do escândalo Master, o BC vive sob uma pressão na qual STF, Congresso e TCU tentam acabar com sua independência. Era o momento para o BC iniciar um corte técnico de juros e ficar longe de qualquer polêmica. Mas se o ciclo começar com apenas 0,25 pp, o chumbo grosso do PT contra Galípolo será enorme e ele vai perder os últimos aliados no Palácio do Planalto.

8. Falando com as paredes

Candidato a uma vaga na diretoria do Banco Central, o economista Guilherme Mello teve encontro com vários executivos da Faria Lima. Nas conversas, Mello tentou afastar a fama de heterodoxo e defendeu a política de cautela do atual BC.

Ex-procurador-geral de Justiça de São Paulo e principal assessor de Geraldo Alckmin, Marcio Elias Rosa será o novo ministro da Indústria e Comércio.

10. Lobo subiu no telhado

O governo deve recuar na indicação do advogado Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o órgão que deveria fiscalizar o mercado de capitais. Como diretor da CVM, Lobo pediu vistas de um processo sobre irregularidades cometidas pelo Master. Só levou o projeto à votação depois que o banco já havia sido liquidado pelo BC.

Ganha uma garrafa de cachaça de Salinas quem antecipar a situação eleitoral em Minas Gerais, o segundo maior colégio eleitoral do país. Líder nas pesquisas, o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, tende a manter sua candidatura e impedir a união da direita em torno do vice-governador Matheus Simões, do PSD. Juntar os dois seria o melhor cenário para Flávio Bolsonaro.

O palanque de Lula também está sob risco. O escolhido de Lula, o senador Rodrigo Pacheco voltou a ficar indeciso. Alexandre Kalil, que Lula quer como candidato ao Senado, voltou a preferir ser candidato a governador.

Em 2022, Lula venceu Bolsonaro em Minas no fio da navalha: 6,19 milhões de votos (50,2%) contra 6,14 milhões (49,8%).

  • A força dos ataques aéreos dos EUA e Israel sobre o Irã no sábado e a declaração de Donald Trump de que só aceita uma “rendição incondicional” darão o tom da segunda semana do conflito.
  • Ninguém mais dorme em Brasília com os vazamentos de informação do Caso Master. Com medo de operações da Polícia Federal, a Câmara decidiu fazer apenas sessões virtuais. O Senado, que na quarta-feira deve aprovar a PEC da Segurança, pode seguir o exemplo.
  • A PF prepara novos vazamentos sobre a situação financeira do filho mais velho do presidente, Fábio Lula da Silva, o Lulinha.
  • Está aberta a temporada para políticos trocarem de partido. Com 58 deputados, o União Brasil está sendo vítima de um ataque especulativo do PL.
  • O presidente Lula viaja para o Chile na terça-feira (10) para a posse do presidente direitista José Antonio Kast.
  • Começa na sexta-feira (13) o julgamento em plenário virtual da decisão do ministro André Mendonça de mandar prender Daniel Vorcaro. A expectativa é se Dias Toffoli vai votar, apesar do evidente conflito de interesses. O placar deve ser de 5×0 a favor da decisão de Mendonça.

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