Nesta segunda-feira, Zico fará uma ação especial na sede do Flamengo, na Gávea, com 100 exemplares autografados do livro “1981 – O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas”. O objetivo é destinar a renda para o tratamento do publicitário Arthur Muhlenberg, que se recupera de um transplante de medula.
Além do Galinho de Quintino, assinaram exemplares do livro Júnior, Raul Plassmann e Leandro. Os compradores receberão o livro autografado pelos quatro ídolos e ainda poderão tirar foto com Zico, que fará a entrega dos exemplares em mãos. O evento se inicia às 18h.
A edição especial — terceira do livro escrito por Muhlenberg, em coautoria com Mauricio Neves e Lucas Dantas — é limitada a 100 unidades, vendidas por R$ 500 cada, com renda integral destinada ao tratamento de Arthur.
Para receber o autógrafo, é necessário comprar antecipadamente com Mauricio Neves pelas redes sociais (@flapravaler). A versão regular do livro também está à venda por R$ 129,90 neste link.
Rubro-negro, carioca e publicitário, Arthur Muhlenberg é autor de livros como Já Virou Octanagem, Heptacular, Libertador – A Reconquista Rubro-Negra da América, Manual do Rubro-Negrismo Nacional, Hexagerado e Da Lama ao Tri: a Virada que Levou o Flamengo ao Título da Copa do Brasil de 2013. Ele também comandou, por anos, o Urublog, o blog do torcedor do Flamengo no GloboEsporte.com.
“1981 – O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” não é um simples elogio ao período mais vitorioso na história do Flamengo. É um mergulho profundo na alma do time que foi formado por Coutinho, mas que não tinha mais Coutinho. É o único modo de compreender como um time tomado por uma crise imensa deu a volta por cima e se tornou campeão mundial. Antes de 1981 se tornar sinônimo de vitória para os rubro-negros, teve ídolos indo embora, craque pedindo para ser vendido, drama para renovar o contrato de Zico, casamento cancelado com os convidados esperando a cerimônia, acidente de carro e a publicação esportiva mais influente do país decretando que aquele time havia acabado. Para superar tudo isso, o Flamengo enfrentou seus demônios eternos, o estádio San Paolo lotado de napolitanos, o ar rarefeito, o Boca de Maradona, os carabineiros de Pinochet e um dos maiores lutos de sua história até então. Aqui, o ano de 1981 do Flamengo está esmiuçado dia após dia, com detalhes de treinos, viagens, entrevistas, jogos e narrações de rádio. Tudo isso para você lembrar, como eu lembro, o Mundial que o Zico foi buscar.”

