Um povo só coloca o mensageiro no altar mais elevado quando perde alguma conexão com quem enviou a mensagem De todos os lutos imagináveis que poderíamos viver na era que vou chamar aqui, em reverencial latim medieval, de “devastatio”, esses dias que os historiadores de 2075 identificarão com espanto ao investigarem que diabos houve com a Humanidade entre o início da pandemia de Covid-19 e a tomada de poder da inteligência artificial, a partir de 2025, o que mais me assombrava é este que vivemos há três dias. Não é só a Igreja Católica que perde Papa Francisco. Aliás, a Igreja Católica ainda não o perdeu e, politicamente, poderia nem perdê-lo totalmente se seguisse o estratégico caminho inclusivo apontado pelo homem que se tornou responsável pelo retorno de milhões de fiéis desgarrados depois de uma debandada histórica para as frentes evangélicas nos anos 1990. Mas não será assim. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
