‘Bom dia, democracia. Como é lindo o teu rosto’, postou no 2 de janeiro o imortal da Academia Brasileira de Letras Marco Lucchesi. Assim começava a coluna aqui publicada sobre a posse de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente eleito do Brasil dois meses antes. Embora fosse a terceira subida de rampa do candidato do Partido dos Trabalhadores, a apertadíssima vitória sobre o incumbente Jair Bolsonaro (1,8% dos votos) retratava a fenda trevosa que continuaria a dividir o Brasil. Não deu outra: o novo governo mal havia se instalado quando ocorreu a delirante tentativa de golpe do 8 de Janeiro, com o consequente julgamento e condenação do derrotado insurgente a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
É possível dar bom-dia à democracia hoje?
