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Fim de semana marca despedida do veranico no Rio, com sol forte e temperaturas de até 35°C

BRCOM by BRCOM
agosto 23, 2025
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Temperaturas altas e clima seco seguem no Rio até segunda-feira (25) — Foto: Márcia Foletto

Mesmo em meio ao inverno, que só termina no dia 22 de setembro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Rio de Janeiro terá neste sábado um dia de sol forte e temperaturas elevadas, com os termômetros podendo chegar a 35 °C. O motivo é o chamado veranico, que começou na última quarta-feira (20) e segue atuando no território fluminense durante o fim de semana.

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Mas — não deixe para domingo o que pode ser feito sábado. No domingo, há previsão de aumento de nebulosidade e possibilidade de chuva fraca à noite.

O veranico é causado por um bloqueio atmosférico que impede o avanço de frentes frias. Por isso, ele é responsável por elevar em até 5°C as temperaturas médias. Dessa vez, terá seu pico de calor neste sábado (23).

O fenômeno, porém, deve se estender até a segunda-feira (25). Os números elevados serão sentidos em todo o estado, com destaque para a capital e o Sul Fluminense, regiões que terão grande amplitude térmica. No Rio, o sábado terá mínima de 18°C e máxima de 35°C, enquanto o domingo deve registrar variação entre 19°C e 29°C.

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— Essa amplitude acontece porque o veranico é um fenômeno que eleva as máximas, mas mantém as mínimas em patamares mais baixos. Durante a noite e a madrugada, a superfície perde muito calor para a atmosfera — explica Vitor Takao Suganuma, meteorologista da Climatempo.

Essa variação já pôde ser sentida nesta sexta-feira (22), quando a estação do Inmet em Jacarepaguá registrou mínima de 16°C pela manhã, enquanto Santa Cruz chegou a 34,6°C, segundo o Sistema Alerta Rio.

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  • Clima seco no fim de semana
  • O que fazer no Parque da Nacional da Tijuca
      • Fim de semana marca despedida do veranico no Rio, com sol forte e temperaturas de até 35°C

Clima seco no fim de semana

Temperaturas altas e clima seco seguem no Rio até segunda-feira (25) — Foto: Márcia Foletto

Na capital, a umidade relativa do ar deve variar entre 37% e 83%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda em torno de 60%, o que exige atenção à hidratação e alimentação. Com essa perspectiva de tempo seco e temperaturas elevadas, muitos moradores e turistas no Rio pensam em aproveitas as areias brancas da capital, mas também é preciso ter atenção a balneabilidade.

De acordo com o último boletim de balneabilidade, divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), nesta sexta-feira. Da Zona Sul até Zona Oeste da capital, 16 praias estão recomendadas ao banho, mas cinco delas não estão.

Praias liberadas para banho no Rio

  • Grumari;
  • Recreio;
  • Barra da Tijuca (menos no Quebra Mar, em frente à Rua Sargento João de Faria e em frente ao 2º Grupamento do Corpo de Bombeiros);
  • Pepino;
  • São Conrado;
  • Vidigal;
  • Leblon;
  • Ipanema;
  • Arpoador;
  • Diabo;
  • Copacabana;
  • Leme;
  • Praia Vermelha;
  • Urca;
  • Flamengo;
  • Glória

Praias impróprias para banho no Rio

  • Barra de Guaratiba;
  • Prainha;
  • Pontal de Sernambetiba;
  • Joatinga;
  • Botafogo

Já na cidade de Niterói, vizinha ao Rio de Janeiro, 11 praias estão próprias para banho e apenas três estão impróprias.

Praias liberadas para banho em Niterói

  • Gragoatá;
  • Boa Viagem;
  • Flechas;
  • Icaraí;
  • Eva;
  • Adão;
  • Piratininga;
  • Sossego;
  • Camboinhas;
  • Itaipu;
  • Itacoatiara

Praias impróprias para banho em Niterói

  • Charitas;
  • São Francisco;
  • Jurujuba

Vale destacar que, como o Rio de Janeiro está localizado entre o mar e as montanhas. Além das praias cariocas, é possível aproveitar o fim de semana de sol aproveitando os encantos da fauna e da flora do Parque Nacional da Tijuca, reconhecido por abrigar a maior floresta urbana replantada pelo homem no mundo.

O que fazer no Parque da Nacional da Tijuca

Mirante de vidro, Cartão-Postal inaugurado em dezembro de 2024 — Foto: Reprodução
Mirante de vidro, Cartão-Postal inaugurado em dezembro de 2024 — Foto: Reprodução

Opção para quem gosta de aproveitar o tempo firme, mas escapando das altas temperaturas trazidas pelo veranico, o Parque Nacional da Tijuca é farto em trilhas e cachoeiras. Nele, é possível ter acesso mais de 1600 espécies vegetais, sendo que destas, 433 ameaçadas de extinção. Além de aproximadamente 660 espécies de animais.

Cascatinha Taunay, na Floresta da Tijuca: pouca água — Foto: Ana Branco
Cascatinha Taunay, na Floresta da Tijuca: pouca água — Foto: Ana Branco

  • Mirante da Cacatinha Taunay: Localizado no coração do setor Floresta do Parque Nacional da Tijuca, no Alto da Boa Vista, ele foi reformado no final de 2024 e contempla a maior queda d’água dentro do Parque, com 35 metros de altura.
  • Caminho Dom Pedro Augusto: Voltada para principiantes e pessoas com deficiência ou dificuldade de locomoção. Ela se diferencia por ter um caminho mais largo que as outras trilhas, com uma extensão total de 630 metros.
  • Paineiras-Corcovado: O trajeto desta trilha tem início no Centro de Visitantes Paineiras e o Corcovado. Quem realiza este caminho consegue acessar o cartão-postal, mas para entrar no espaço de visitação e ver o Cristo Redentor, é preciso pagar R$ 58 (Sendo R$ 6, desse total, destinados para a igreja).
  • Ducha da Estrada do Redentor (conhecida como Duchas de Paineiras)
  • Cachoeiras do Horto
  • Cachoeira das Almas
  • Cascata Gabriela

De acordo com a administração do Parque, é recomendável que visitantes utilizem roupas confortáveis, calçado fechado com sola que não seja lisa, aplicar repelentes e protetores solares. Também é necessário levar água e em caso de lanche, não deixar o lixo no espaço.

Em nota, o Parque Nacional da Tijuca ainda reforçou que “O Parque Nacional da Tijuca não indica guias particulares e também não responde por esses profissionais”. Portanto, atenção ao passear pelo parque.

Com o fim do veranico, a partir de segunda-feira, o tempo no Rio de Janeiro deve mudar no começo da próxima semana. Portanto, a perspectiva é que a terça-feira (26) seja de instabilidade na capital e outras partes do estado.

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