Ataques israelenses na Faixa de Gaza causaram, neste domingo (1º), a morte de oito pessoas, entre elas uma criança, afirmaram os serviços de emergência e hospitais locais. Cinco pessoas morreram em Khan Yunis e outras três na Cidade de Gaza, indicou um comunicado da Defesa Civil do território palestino.
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Aviões israelenses “atacaram vários policiais que estavam de serviço” em Khan Yunis, afirmou por sua vez o Ministério do Interior da Faixa de Gaza.
Consultado pela AFP, o Exército israelense informou que havia atacado “um terrorista” no sul do território e “vários outros” no norte, e que estava “analisando os resultados dos bombardeios”. Assim como em outras ações, o governo de Benjamin Netanyahu não forneceu provas quanto a essa afirmação.
A ofensiva militar israelense lançada em Gaza desde outubro de 2023 deslocou quase toda a população e causou mais de 74.500 mortes, segundo o Ministério da Saúde do território. A ONU considera esses números confiáveis.
Os ataques à Gaza continuam, embora há um ano tenha sido firmado um dito cessar-fogo, o que deveria ter encerrado incursões e ações, como bombardeios por parte de Israel ao território da Palestina. Entidades denunciam desde então o descumprimento sem qualquer retaliação à Netanyahu e às forças por ele comandadas.
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Na última quarta-feira (28), ataques de Israel mataram cinco pessoas em vários pontos da Faixa de Gaza, informaram os serviços de emergência do território palestino e hospitais locais.
“Três pessoas morreram e várias outras ficaram feridas, algumas com gravidade”, em um ataque com drone em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, declarou à AFP o porta-voz da Defesa Civil, o serviço de emergência do território controlado pelo movimento palestino Hamas.
O hospital local confirmou ter recebido três corpos e 15 feridos; um deles não resistiu e morreu pouco tempo depois.
Outra pessoa foi morta em um ataque em Khan Yunis, também no sul, acrescentou a Defesa Civil.
Consultado pela AFP, o exército israelense manteve o discurso habitual de afirmar ter “atacado terroristas”, novamente sem fornecer provas, e acrescentou que divulgaria mais informações posteriormente.
Estes ataques ocorrem enquanto Israel aguarda os resultados definitivos das eleições legislativas de terça-feira, que não resultaram em uma maioria.
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