Segundo a investigação, Damon Jones, ex-jogador e ex-auxiliar técnico de times da NBA, um dos presos na quinta-feira, antecipou, em conversa com apostadores, a informação de que um atleta citado como “jogador 3” não jogaria a partida do Los Angeles Lakers contra o Milwaukee Bucks, no dia 9 de fevereiro de 2023, antes da equipe de Los Angeles divulgar boletim médico.
Ele recomendou também que eles apostassem no time de Milwaukee: “O suficiente para que o DJones possa comer também!!!”, diz uma mensagem de texto presente na investigação. LeBron não jogou aquela partida, com dores no tornozelo esquerdo, e os Lakers perderam por 115 a 106. O craque ainda ficaria de fora por mais dois jogos.
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Na investigação, os promotores ainda apontam que o “jogador 3” seria um atleta “proeminente” da liga e com quem Jones teria atuado e convivido como auxiliar técnico. Na ocasião da partida, Jones era auxiliar não remunerado e informal da comissão técnica de Darvin Ham nos Lakers. Os dois também foram colegas de times e conviveram nas funções diferentes no Cleveland Cavaliers. Os documentos não implicam a LeBron qualquer ciência sobre o esquema ou culpabilidade.
Ex-jogador com 15 anos de carreira e com passagens por grandes franquias da NBA, Damon Jones foi um dos mais de 30 presos nas operações Royal Flush e Nothing But Bet, na quinta-feira. Além dele, foram detidos o técnico Chauncey Billups, do Portland Trail Blazers, e o armador Terry Rozier, do Miami Heat.

