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outubro 10, 2026
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Luta por direitos tem altos e baixos, mas, cedo ou tarde, avança

Por · outubro 10, 2026
Luta por direitos tem altos e baixos, mas, cedo ou tarde, avança


Em tempos de multilateralismo despedaçado, conflitos alongados, misoginia galopante, soa como música que acalma o Nobel concedido a Navi Pillay. O comitê foi explícito ao reconhecer os esforços da jurista sul-africana para “promover a paz e o Direito Internacional”. Não deixou de notar que a ex-alta comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos e ex-presidente do Tribunal Penal Internacional, uma advogada que lutou contra o apartheid e denunciou genocídio, hoje com 85 anos, enfrentou na trajetória profunda discriminação, segregação e exclusão. Ainda assim, não perdeu a coragem nem esmoreceu na luta por justiça e dignidade humana. Não por acaso, a secretária-geral da Anistia Internacional, Agnès Callamard, que estava com Navi na Alemanha quando ela soube do prêmio, disse que a escolha foi inspiradora. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Luta por direitos tem altos e baixos, mas, cedo ou tarde, avança