O escritor malinês Amadou Hampâté Bâ dizia que, na África, quando morre um ancião, é uma biblioteca que arde. Não só na África; e nem todos os anciãos. Mas a despedida de Zuenir Ventura, mestre, conselheiro e amigo de tantas gerações de jornalistas, nos atingiu com a exata força de um incêndio numa biblioteca. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Mestre Zu
