
Donald Trump foi eleito duas vezes à Presidência proferindo ataques furibundos à imprensa profissional e, uma vez no poder, adotou diversas medidas para cercear o trabalho de jornalistas — a mais célebre foi a suspensão da credencial de Jim Acosta, correspondente da rede CNN à Casa Branca, em 2018, depois de uma pergunta incômoda sobre sua derrota nas eleições de meio de mandato. Quase oito anos depois, mais uma vez acossado pela queda na popularidade e diante de uma perspectiva ainda mais sombria para seu partido nas urnas em novembro, decidiu subir o tom na agressão ao jornalismo: revogou as credenciais que permitiam acesso à Casa Branca para todos os jornalistas das redes CNN, MS NOW e do site Politico, sob o pretexto estapafúrdio de que disseminam aquilo que ele chama de “fake news”. A consistência da reação foi proporcional ao absurdo da decisão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.