A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, arremessada no sábado sem cordas em um salto de rope jumping em Limeira (SP), expôs falhas e dificuldades na fiscalização do setor de esportes de aventura, regulamentado pela Lei Geral do Turismo, que obriga as empresas a seguir diretrizes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) — são 57 regras sobre o tema. A modalidade em si, caracterizada por saltos em altura utilizando cordas estáticas, traz ainda um desafio adicional: não consta em norma específica por ser considerada atividade recente no país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

