O cenário preocupante desenhado pelo presidente do Flamengo, Bap, que usou como exemplo Lucas Paquetá para projetar dificuldade em honrar compromissos, vai além do meia de R$ 315 milhões.
A diretoria contava com parcelas do patrocinador máster, a Betano, para realizar pagamentos em 2027 e 2028 referentes a outros atletas contratados na atual e até na anterior.
Entre eles, Gonzalo Plata, Emerson Royal, Samuel Lino e mais recentemente Joaquín Freitas e Anthony Valencia. Seriam usados cerca de R$ 40 milhões por ano do patrocinador para este fim.
Na avaliação do Flamengo, o recurso ainda seria suficiente para ir ao mercado por mais contratações. Tanto que a verba da casa de aposta para 2026 foi antecipada para isso.
O argumento do Flamengo é que o normal seria se programar para o recebimento de dinheiro de contratos que até o momento era legais.
No Flamengo, o contrato assinado no ano passado prevê R$ 268 milhões por ano em receita. A Betano ainda não notificou o clube ameaçando rescisão após a decisão do Governo Federal de proibir as bets, mas admite preocupação. Em comunicado, diz que tomará “decisões no momento apropriado”.
Não é só Paquetá: Flamengo tem mais cinco atletas com parcelas pendentes que contavam com dinheiro de bet
