
Escrevi para pessoas queridas pedindo ajuda para compor este texto sobre minha relação com a seleção espanhola. O resultado foi uma enxurrada de mensagens que me pegaram de jeito. Porque já são quase dois meses longe de casa. E casa, para mim, há anos não é o Brasil. A cada resposta dava vontade de pegar o primeiro voo de Nova York para Madri para ver a final com as pessoas que amo, como em 2010. Porque o futebol tem a capacidade rara de nos fazer sentir pertencentes a um lugar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
