No domingo, Flávio Bolsonaro obteve 4,9 milhões de votos no estado do Rio, ajudando a eleger 33 dos 46 deputados federais, entre eles alguns “Zé Ninguém”.
Só que nesta lista ficou de fora sua mãe, Rogéria Bolsonaro, que disputou, sem nenhum apoio explícito do filho famoso, uma vaga para a Câmara Federal. Esta é a terceira derrota consecutiva dela desde que se divorciou de Jair Bolsonaro, em 1999.
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A primeira derrota foi na eleição de 2000, quando o ex-marido, como se sabe, escalou o filho Carlos — este agora eleito senador por Santa Catarina —, na época com apenas 17 anos, para ser candidato a vereador, com o objetivo de impedir, o que terminou ocorrendo, a reeleição da própria mãe, que tentava o seu terceiro mandato. Um tema para Freud, talvez.
Politicamente falando, os irmãos Bolsonaro não são exemplos de 'bons filhos'
