A dois dias do fim do prazo dado pelos EUA para que empresas estrangeiras rompam seus vínculos com o conglomerado econômico-militar Gaesa, de Cuba, companhias de vários países que investem em solo cubano há décadas anunciaram o encerramento ou a redução substancial de suas atividades na ilha comunista — uma medida que analistas avaliam ter um potencial devastador sobre a economia de Havana. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

