Diante dos desafios globais para a redução das emissões de carbono e a ampliação do uso de fontes renováveis e limpas, a Eletrobras vem se consolidando como uma protagonista da transição energética no Brasil.
Com cerca de 98,5% de sua capacidade instalada proveniente de fontes com baixa emissão de gases do efeito estufa, a empresa reforça seu compromisso com soluções sustentáveis e inovação tecnológica para impulsionar um modelo energético mais competitivo e seguro.
Maior empresa de energia da América Latina, a Eletrobras é responsável por 22% da capacidade de geração elétrica nacional e por 39% das linhas de transmissão do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A diversificação da matriz com foco em energia limpa é uma das estratégias que a empresa tem buscado para garantir sua liderança no tema. O investimento de mais de R$ 2 bilhões no parque eólico de Coxilha Negra, obra inaugurada este ano na cidade de Santana do Livramento, no Rio Grande do Sul, e o desenvolvimento de projetos pilotos com tecnologias que prometem transformar o setor — como o hidrogênio verde e o armazenamento por meio de baterias — se somam em um portfólio hidrelétrico robusto. Uma oferta completa de soluções energéticas renováveis, seguras e estratégicas para impulsionar os negócios de seus clientes.
— Nossa expertise em geração renovável e capacidade de inovação tem potencial para desempenhar um papel decisivo nesse cenário — afirma Ivan Monteiro, presidente da Eletrobras.
O executivo explica que projetos pilotos que acumulam conhecimento em novas tecnologias integram um movimento maior:
— A Eletrobras está se preparando para fornecer energia limpa de forma competitiva e estruturar parcerias que viabilizem a descarbonização de diversos segmentos. Estamos comprometidos com a entrega de soluções que gerem valor real para nossos clientes e para a sociedade.
Entre os marcos recentes deste movimento estratégico está a conclusão da Linha de Transmissão Manaus–Boa Vista, retomada após 11 anos. A obra encerra décadas de isolamento energético de Roraima, conectando o estado ao SIN e reduzindo a dependência de usinas térmicas a diesel e gás natural.
O projeto representa uma importante contribuição para a modicidade tarifária na região e para a redução de emissões de gases de efeito estufa, além de levar conectividade via fibra ótica para o estado.
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No campo da sustentabilidade, a Eletrobras assumiu o compromisso de alcançar a neutralidade de carbono (net zero) até 2030 — uma meta com validação prevista pela Science Based Targets Initiative (SBTi), vinculada ao Pacto Global das Nações Unidas, em 2025.
Camilla Gualda, vice-presidente de Governança, Riscos, Compliance e Sustentabilidade da Eletrobras, destaca os avanços:
— A sustentabilidade permeia as estratégias e as decisões da companhia. Exemplifica isso a decisão de compensar nossas emissões remanescentes por meio de projetos de reflorestamento, trabalhando em conjunto com iniciativas como o Impacto Amazônia, promovido pelo Pacto Global da ONU, assim como a restauração de bacias hídricas.
Com visão de longo prazo, a Eletrobras reafirma assim seu papel como agente de transformação do setor elétrico brasileiro e referência global em soluções energéticas sustentáveis.
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