Depois do boom dos mocktails, versão sem álcool de coquetéis e drinques que estiveram na mesa de quem adotou um estilo de vida mais sóbrio, a bola da vez são as bebidas adaptógenas. Feitas com cogumelos, ervas ou plantas como o ginseng, cupuaçu e valeriana, aumentam os níveis de energia e nos deixam mais alegres e sociáveis. E o melhor: sem ressaca no dia seguinte.
Para o coordenador do Laboratório de Consumo e Sustentabilidade da Uerj, José Mauro Nunes, o consumidor está mais atento aos efeitos fisiológicos dos alimentos, desejando produtos que prometam foco, relaxamento ou imunidade. “Há uma busca de alternativas com ritualidade e complexidade sensorial, espaço que as adaptógenas vêm ocupando”, afirma ele.
Diretora Executiva de Marketing da Stanley 1913 na América Latina, Patrícia Esteves concorda. “As pessoas querem momentos de prazer, convivência e celebração, mas com escolhas mais equilibradas para o corpo e a mente”, diz ela. A marca, garante, acompanha de perto as mudanças nos hábitos de consumo e tendências. “Esse é um comportamento global. Essa tendência tem tudo a ver com o estilo de vida que a Stanley promove: uma vida ativa, em movimento, com mais consciência e intenção.”
Sucesso no exterior com um portfólio amplo — a cantora Katy Perry é cofundadora da marca De Soi —, as adaptógenas no Brasil se tornaram conhecidas com o drink LUCIA (R$ 88 a garrafa de 700ml), das influenciadoras Bertha Jucá e Victória Linhares. “Há quem queira estar em um ambiente sociável, tomando algo não-alcoólico, mas que não fica saciado com um chá, refrigerante ou até mesmo o mocktail”, explica Victoria.
Com limão, ginseng, valeriana, jambu, cupuaçu e pimentas, o LUCIA também é livre de açúcar e sódio (mas atenção: 100ml tem 56 caloria). É vendida pelo site da marca, mas em breve, estará em restaurantes, bares e hotéis selecionados de São Paulo. “A bebida é densa, encorpada e tem sabor intenso. Oferecemos não só o líquido, mas uma experiência sensorial e estética para curtir a festa com equilíbrio”, finaliza Bertha.

