Um turista ficou preso por cerca de cinco minutos em uma corda de rapel diante de uma cachoeira em Yangjiaotan, no centro da China, no sábado (15). Imagens do incidente mostram o homem sendo atingido pela correnteza enquanto tentava se manter suspenso sobre as rochas.
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Identificado como Tang, ele foi o primeiro participante a realizar a atividade e ficou preso após descer aproximadamente metade da corda. Segundo o turista, a força da água o fez girar e ficar submerso repetidas vezes.
Assista:
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— Quando entrei na água, percebi que a correnteza era bastante forte, mas o instrutor me disse que eu podia descer. Assim que entrei na água, fui imediatamente arrastado pela correnteza e fiquei submerso várias vezes — relatou à imprensa chinesa.
Turista precisou de atendimento médico
Tang sofreu escoriações e lesões nos tecidos moles. Ao retornar a Zhengzhou, naquela noite, relatou dificuldade para caminhar e pediu ajuda à empresa para ir ao hospital. Ele permaneceu internado por dois dias no departamento de medicina psicológica e recebeu diagnóstico de reação aguda ao estresse.
O turista também afirmou que não recebeu acompanhamento adequado durante o retorno. — Só meus companheiros de equipe me consolaram porque eu tinha vários arranhões e lesões — disse.
Homem ficou suspenso por cerca de cinco minutos sob forte correnteza durante atividade de rapel
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A empresa informou que o seguro cobriria as despesas médicas, mas Tang também pediu compensação por lucros cessantes, sofrimento psicológico e objetos pessoais perdidos na água. O gerente Guo contestou parte do relato e afirmou que o guia teria agido rapidamente.
— Depois que ele foi atingido pela água, o líder do nosso grupo o resgatou rapidamente. Todo o processo levou quase três minutos — disse Guo.
Segundo a empresa, o guia verificou o estado de Tang após o resgate e continuou a ajudá-lo durante a travessia. A companhia ofereceu reembolso da reserva, uma indenização equivalente ao dobro do valor pago e o custeio do tratamento, mas não houve acordo.
Após o episódio, o percurso até a cachoeira foi suspenso para grupos organizados. Autoridades locais e responsáveis pelo turismo afirmaram que o local é pouco desenvolvido e que investigam as circunstâncias do incidente.

