O futebol brasileiro, se fosse um carro, seria daqueles que só vêm com a versão completa — não dá para escolher os opcionais. Foram só três rodadas do campeonato nacional desde a volta da Copa do Mundo, uma delas com asteriscos por causa da participação de quatro clubes nos playoffs da Sul-Americana, e todos os itens já foram ticados: bolinhos em torno do árbitro (que tinham começado no amistoso entre Fluminense e Bahia, depois de um pênalti mal marcado), reclamações contra decisões da arbitragem (que agora já envolvem também o impedimento semiautomático), demonstrações generalizadas de macheza (que não precisam de uma justificativa maior do que um lateral invertido), gramados ruins (com novidades, como o da Neoquímica Arena, que já foi o melhor do país). Fora o nível técnico das partidas, bem mais baixo do que já foi dentro da própria competição. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

