O jornalista, que morreu aos 100 anos, trabalhou até os 96 O escritor, poeta e jornalista Wilson Figueiredo, que morreu aos 100 anos, trabalhou presencialmente até 2020. Depois do colapso do “Jornal do Brasil” – onde ficou 45 anos, ou quase meio século, como repórter, editor, colunista, cronista, editorialista e diretor – ele não se aposentou. Aceitou, em 2005, o convite do empresário Chiquinho Brandão para ser consultor-estratégico da FSB, uma das principais agências de comunicação do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

