Sou um nostálgico terminal. Um órfão de futuros impossíveis. No último domingo, fui abalroado pela realidade no Maracanã. Ao entrar na arquibancada, olhei para baixo e vi linhas estranhas cortando a verde imensidão. Duas traves em forma de Y. No lugar do grande círculo, um imenso escudo colorido com as letras N, F e L. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A morte do meu Maracanã
