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outubro 10, 2026
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'Bumbum de colágeno': por que os glúteos podem mudar mesmo sem perder volume

Por · outubro 10, 2026
'Bumbum de colágeno': por que os glúteos podem mudar mesmo sem perder volume


O bumbum pode continuar praticamente do mesmo tamanho e, ainda assim, mudar de aparência com o passar dos anos. A pele pode ficar menos firme, o contorno pode se transformar e oscilações de peso também podem alterar o desenho dos glúteos. É nesse contexto que o chamado “bumbum de colágeno” ganhou espaço no universo da beleza, colocando em foco não apenas o tamanho, mas também a aparência da pele.
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Na prática, porém, nem toda queixa sobre mudanças nos glúteos tem a mesma origem. Segundo a médica Danuza Alves, que atua com harmonização glútea e tratamentos relacionados ao chamado “bumbum de colágeno”, duas pessoas podem perceber uma mudança semelhante, mas por motivos diferentes.
“Uma mulher pode perceber a pele mais flácida e com outra textura, enquanto outra perdeu volume depois de emagrecer ou teve uma mudança no contorno. As duas podem chegar dizendo que o bumbum envelheceu, mas estão falando de coisas diferentes”, explica.
Essa diferença ajuda a entender por que o colágeno não está necessariamente ligado ao tamanho ou ao formato dos glúteos. Uma mulher pode continuar com o mesmo volume, mas perceber a pele menos firme. Outra pode notar uma mudança no desenho do bumbum depois de perder peso, por exemplo. São situações diferentes e, portanto, não têm necessariamente a mesma abordagem.
“O ‘bumbum de colágeno’ não é uma maneira de aumentar os glúteos. Quando falamos em bioestimulação, estamos falando principalmente de qualidade da pele. O erro é achar que colágeno, volume e formato são a mesma coisa”, afirma.
A expressão também não significa que exista uma idade específica para o bumbum ou que um procedimento possa fazer a região voltar no tempo. A ideia está mais relacionada à aparência da pele e às mudanças que podem surgir ao longo dos anos, algo que já faz parte das conversas sobre envelhecimento no rosto e, cada vez mais, também sobre o corpo.
“A gente já se acostumou a observar no rosto quando a pele perde firmeza ou muda de textura, e agora essa mesma atenção chegou aos glúteos. É aí que o ‘bumbum de colágeno’ faz sentido: não para prometer dez anos a menos, mas para falar da qualidade da pele de uma região que também muda com o tempo”, conclui.

'Bumbum de colágeno': por que os glúteos podem mudar mesmo sem perder volume