Até pouco tempo antes de nascer, Sofia, filha de Petru e Natalia Obada, era considerada saudável. No entanto, ela levou mais tempo do que o normal para abrir os olhos pela primeira vez. Ao consultar um médico quatro dias depois do nascimento de Sofia, os pais descobriram que estavam em uma corrida contra o tempo para que a bebê não perdesse totalmente a visão.
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Ela foi diagnosticada com condição chamada Síndrome de Blefarofimose, Ptose e Epicanto Inverso, de tipo 1, que corresponde a mudanças na pálpebra e no posicionamento dos olhos e à insuficiência ovariana prematura (IPO) em mulheres.
De acordo com a biblioteca digital dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, a síndrome tem origem hereditária. Ou seja, provém da genética dos pais.
— Quando Sophia nasceu, não tínhamos motivos para esperar nada de anormal. Cerca de uma semana após o nascimento, percebemos que algo estava errado porque Sophia não estava abrindo os olhos direito. Suas pálpebras pareciam muito menores em comparação com as de outros bebês — afirma Petru, ao The Mirror.
Recentemente, a família, que vive em Oxfordshire, na Inglaterra, iniciou uma campanha de arrecadação para que possam levar Sofia à Espanha e realizar uma cirurgia para reverter o quadro causado pela síndrome. Pois, no país, há cirurgiões com experiência específica em casos como o dela.
“Apesar desses desafios, Sofia brilha. Ela sorri com o rosto todo, explora por meio do tato e do som e traz alegria a todos que a conhecem. Mas queremos que ela consiga realmente ver o mundo que ela ilumina — e isso significa cirurgia. Nosso objetivo é arrecadar o suficiente para dar à Sofia a melhor chance de um futuro em que ela possa enxergar claramente e crescer com confiança”, escreveram os pais em uma publicação.