
Além de Donald Trump, que não foi citado nominalmente durante as críticas de Lula ao que chamou de neocolonialismo e ingerência externa dos Estados Unidos em processos eleitorais na América Latina, o discurso do presidente da República na 81ª Assembleia Geral da ONU na manhã desta terça-feira (22) em Nova York tinha outro sujeito oculto: o dono do Grupo Refit, Ricardo Magro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.